Regime islâmico tem usado Inteligência Artificial para produzir propaganda contra Trump.

Após o governo americano voltar a falar na possibilidade de taxar produtos brasileiros em 25%, a embaixada do Irã na Tunísia demonstrou seu apoio ao país.
Em um vídeo que o órgão divulgou nas redes sociais, o Cristo Redentor resiste a ataques da Estátua da Liberdade.
Os dois monumentos icônicos começam uma briga, com direito a socos, cabeçadas e golpes dignos do WWE.
O combate termina com a vitória do Cristo e a estátua americana caindo despedaçada do Morro do Corcovado
Essa não é a primeira vez que a República Islâmica usa vídeos de AI para alfinetar o governo americano.
Desde o início do conflito entre os dois países, as redes sociais têm sido inundadas por vídeos feitos pelo país e seus apoiadores.
Os mais icônicos utilizam personagens feitos com peças de Lego e música Rap para zombar do governo americano e afirmar que Trump está perdendo.
Não é raro que esses vídeos tragam referências ao caso Jeffrey Epstein e acusações de que o presidente e seus aliados israelenses seriam satanistas.
Quase todas as edições mostram ataques iranianos acabando com as forças ocidentais e afirmando que o governo coloca os interesses de Israel à frente do povo americano.
Além das propagandas bem humoradas, o regime também tem feito vídeos com teor mais sério e propagandístico.
Em um dos vídeos que viralizaram, o país afirma que seus mísseis estão vingando povos que sofreram com ataques americanos.
As imagens mostram indígenas, japoneses e até mesmo vítimas de Epstein vendo os mísseis iranianos atingindo a uma estátua da liberdade estilizada como estátua do demônio Baal.
Desde o início do conflito, a máquina de propaganda iraniana tem mostrado que conseguiu se adaptar às tendências e pautas atuais.