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“Homofóbicos são eles”: Juliano Cazarré responde críticas de Fábio Porchat

Ator disse que a esquerda progressista tenta dividir o Brasil para se fortalecer.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
Cazaré falando sobre o vídeo de Pochat
Fonte da imagem: Reprodução

O ator Juliano Cazarré sofreu um cancelamento em suas redes sociais após divulgar um evento chamado O Farol e a Forja, para discutir valores e liderança masculina.

Diversas celebridades usaram suas contas para criticar e tentar ridicularizar a iniciativa. Um dos artistas que embarcaram nas críticas foi Fábio Porchat, do Porta dos Fundos.

Ele gravou um vídeo no qual aparece em uma cachoeira enquanto finge conversar no telefone com o ator e faz comentários irônicos.

Entre as falas, Porchat afirma que as pessoas que fazem o curso são, na verdade, homossexuais às escondidas:

Estava faltando um curso desses, para resgatar o macho alfa, o enrustido raíz. Você foi o primeiro que scou que o enrustido raiz não quer sair do armario, ele quer reformar o armário por dentro.”

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Ator diz que vídeo de Pochat foi homofóbico

Cazaré falou sobre o vídeo de Pochat e disse que o artista estava sendo homofóbico ao gravar dessa forma, já que tenta considera chamá-lo de gay:

Tentando dizer que eu sou um homossexual enrustido, um gay enrustido. Eles são homofóbicos quando tentam me criticar. Vocês entendem que a suposta graça do vídeo do Porchat é falar que eu sou gay? Como se isso fosse uma ofensa, o homofóbico é ele e não eu.”

Além disso, o artista também falou sobre a onda de cancelamentos que vem sofrendo por causa do evento.

Os progressistas, essa turma toda, as feministas estão o tempo inteiro reclamando de violência masculina, ausência paterna, estupro e tem todo o direito de reclamar, mas quando eu crio um evento pra gente ter homens melhores, eles tem chilique”.

Para ele, essa reação é um sinal de que a esquerda não quer solucionar problemas, mas sim lucrar com a divisão da sociedade:

Eles dividiram o país em brancos contra negros e criam uma animosidade racial que não existia no Brasil, jogam homens contra mulheres e gays contra héteros. Por quê? para chegar na eleição e falar: ‘O Brasil é o país que mais mata mulheres no mundo, vote na gente que tudo vai ser resolvido’. Só que nunca resolve, a violência sempre aumenta.”

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