Data marca 109 anos das aparições da Virgem Maria em Fátima e os 45 anos do atentado que quase matou o papa João Paulo II.

Na noite de ontem, 250 mil peregrinos se reuniram no Santuário de Fátima, em Portugal, para a tradicional procissão das velas às vésperas do dia 13 de maio.
A data marca o aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora a três crianças crianças na região, ocorrida em 13 de maio de 1917. Este ano, completam-se 109 anos do evento.
A multidão percorreu o santuário com velas acesas em um dos rituais mais marcantes da peregrinação anual, que reúne fiéis de diversos países.
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Em seu sermão D. Rui Valério disse aos peregrinos que a devoção religiosa exige mais do que os gestos simbólicos que marcaram o evento.
"Não basta acender uma vela. Não basta receber luz. É preciso tornar-se luz", afirmou.
Para ele, o mundo atual carrega feridas semelhantes às de 1917, quando as aparições teriam ocorrido em meio aos eventos da Primeira Guerra Mundial.
Guerras, violência, divisões e perda de esperança marcam o tempo presente. A resposta, segundo ele, passa por conversão interior, perdão e caridade.
A mensagem atribuída a Nossa Senhora em Fátima foi um chamado à oração e à penitência contra os conflitos.
"Rezem o Terço todos os dias, para alcançar a paz para o mundo e o fim da guerra", teria afirmado a Virgem Maria
naaparição
A celebração contou com a presença de diversas autoridades católicas e centenas de milhares de fiéis.
As celebrações continuam hoje com missas, bênção dos doentes e uma procissão de encerramento no santuário.
A data também marca os 45 anos do atentado contra o Papa João Paulo II, ocorrido em 13 de maio de 1981, na Praça de São Pedro, em Roma.
O pontífice sobreviveu e sempre atribuiu publicamente sua recuperação à intercessão de Nossa Senhora de Fátima.
Sua história foi contada no documentário da Brasil Paralelo O Papa que Venceu o Comunismo. A produção está disponível na plataforma de membros da BP.
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