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Os 100 melhores romances da história segundo o The Guardian

Obras foram selecionadas por autores, críticos e acadêmicos. Stephen King e Salman Rushdie foram consultados.

Por
Rafael Lorenzo M. Barretti
Publicado em
Livros empilhados
Fonte da imagem: Mercado & Consumo

Em meio a grandes obras e clássicos de peso, decidir quais são os maiores romances já escritos é uma tarefa difícil.

Para tentar responder à essa pergunta, o jornal britânico The Guardian reuniu mais de 170 autores, acadêmicos e críticos.

Todas as pessoas envolvidas no processo deveriam formar uma lista com seus 10 romances favoritos

Ao fim, as listas foram compiladas, dando origem a uma versão com 100 obras selecionadas.

Entre os nomes entrevistados estavam figuras famosas, como Stephen King e Salman Rushdie.

Os grandes livros são capazes de mudar a forma como uma pessoa entende a realidade e até mesmo partes importantes de sua vida.

Por esse motivo, a Brasil Paralelo reuniu grandes nomes do pensamento e da história em seu Clube do Livro

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Veja os 100 melhores romances segundo o The Guardian

  • Middlemarch — George Eliot (1871)

  • Amada — Toni Morrison (1987)

  • Ulysses — James Joyce (1920)

  • Ao Farol — Virginia Woolf (1927)

  • Em Busca do Tempo Perdido — Marcel Proust (1913)

  • Anna Karenina — Liev Tolstói (1878)

  • Guerra e Paz — Liev Tolstói (1867)

  • Jane Eyre — Charlotte Brontë (1847)

  • Orgulho e Preconceito — Jane Austen (1813)

  • Madame Bovary — Gustave Flaubert (1856)

  • O Grande Gatsby — F. Scott Fitzgerald (1925)

  • A Casa Soturna — Charles Dickens (1853)

  • Emma — Jane Austen (1815)

  • Mrs Dalloway — Virginia Woolf (1925)

  • Moby Dick — Herman Melville (1851)

  • 1984 — George Orwell (1949)

  • Cem Anos de Solidão — Gabriel García Márquez (1967)

  • Persuasão — Jane Austen (1817)

  • A Vida e Opiniões de Tristram Shandy — Laurence Sterne (1759)

  • O Morro dos Ventos Uivantes — Emily Brontë (1847)

  • Retrato de uma Senhora — Henry James (1881)

  • O Mundo se Despedaça — Chinua Achebe (1958)

  • Os Filhos da Meia-Noite — Salman Rushdie (1981)

  • Os Vestígios do Dia — Kazuo Ishiguro (1989)

  • Lolita — Vladimir Nabokov (1955)

  • Dom Quixote — Miguel de Cervantes (1605)

  • O Processo — Franz Kafka (1925)

  • Os Irmãos Karamazov — Fiódor Dostoiévski (1880)

  • Fogo Pálido — Vladimir Nabokov (1962)

  • Frankenstein — Mary Shelley (1818)

  • A Primavera da Srta. Jean Brodie — Muriel Spark (1961)

  • O Deus das Pequenas Coisas — Arundhati Roy (1997)

  • David Copperfield — Charles Dickens (1850)

  • Wolf Hall — Hilary Mantel (2009)

  • Grandes Esperanças — Charles Dickens (1861)

  • O Conto da Aia — Margaret Atwood (1985)

  • O Homem Invisível — H. G. Wells (1897)

  • A Época da Inocência — Edith Wharton (1920)

  • Seus Olhos Viam Deus — Zora Neale Hurston (1937)

  • A Canção de Solomon — Toni Morrison (1977)

  • Coração das Trevas — Joseph Conrad (1899)

  • A Montanha Mágica — Thomas Mann (1924)

  • Housekeeping — Marilynne Robinson (1980)

  • O Quarto de Giovanni — James Baldwin (1956)

  • O Carnê Dourado — Doris Lessing (1962)

  • O Leopardo — Giuseppe Tomasi di Lampedusa (1958)

  • Feira das Vaidades — William Makepeace Thackeray (1848)

  • A Metamorfose — Franz Kafka (1915)

  • Um Delicado Equilíbrio — Rohinton Mistry (1995)

  • Vasto Mar de Sargaços — Jean Rhys (1966)

  • A Amiga Genial — Elena Ferrante (2011)

  • A Taça de Ouro — Henry James (1904)

  • O Trânsito de Vênus — Shirley Hazzard (1980)

  • Orlando — Virginia Woolf (1928)

  • As Ondas — Virginia Woolf (1931)

  • Mansfield Park — Jane Austen (1814)

  • O Som e a Fúria — William Faulkner (1929)

  • Desonra — J. M. Coetzee (1999)

  • Não Me Abandone Jamais — Kazuo Ishiguro (2005)

  • Howards End — E. M. Forster (1910)

  • Os Anéis de Saturno: Uma Peregrinação Inglesa — W. G. Sebald (1995)

  • Meio Sol Amarelo — Chimamanda Ngozi Adichie (2006)

  • Dentes Brancos — Zadie Smith (2000)

  • O Bom Soldado — Ford Madox Ford (1915)

  • A Cor Púrpura — Alice Walker (1982)

  • O Mestre e Margarida — Mikhail Bulgákov (1967)

  • O Homem Sem Qualidades — Robert Musil (1930)

  • Meridiano de Sangue — Cormac McCarthy (1985)

  • Crime e Castigo — Fiódor Dostoiévski (1866)

  • Judas, o Obscuro — Thomas Hardy (1895)

  • Kindred: Laços de Sangue — Octavia E. Butler (1979)

  • Nosso Amigo em Comum — Charles Dickens (1865)

  • Austerlitz — W. G. Sebald (2001)

  • Condições Nervosas — Tsitsi Dangarembga (1988)

  • O Olho Mais Azul — Toni Morrison (1970)

  • Drácula — Bram Stoker (1897)

  • O Arco-Íris — D. H. Lawrence (1915)

  • Uma Casa para o Sr. Biswas — V. S. Naipaul (1961)

  • Proclamem nas Montanhas — James Baldwin (1952)

  • Rebecca — Daphne du Maurier (1938)

  • Os Buddenbrook — Thomas Mann (1901)

  • Fim de Caso — Graham Greene (1951)

  • Adeus às Armas — Ernest Hemingway (1929)

  • O Talentoso Ripley — Patricia Highsmith (1955)

  • A Vegetariana — Han Kang (2007)

  • A Outra Volta do Parafuso — Henry James (1898)

  • A Linha da Beleza — Alan Hollinghurst (2004)

  • Ragtime — E. L. Doctorow (1975)

  • A Mão Esquerda da Escuridão — Ursula K. Le Guin (1969)

  • O Quarto de Jacó — Virginia Woolf (1922)

  • Vida e Destino — Vasily Grossman (1980)

  • A Educação Sentimental — Gustave Flaubert (1869)

  • As Cidades Invisíveis — Italo Calvino (1972)

  • O Mundo Conhecido — Edward P. Jones (2003)

  • O Retorno do Nativo — Thomas Hardy (1878)

  • Pedro Páramo — Juan Rulfo (1955)

  • Ardil-22 — Joseph Heller (1961)

  • A Estrada — Cormac McCarthy (2006)

  • O Mensageiro — L. P. Hartley (1953)

  • My Ántonia — Willa Cather (1918)