Organização rompeu com o Primeiro Comando da Capital (PCC) e se tornou aliada ao Comando Vermelho.

O Morro do Careca, um dos principais cartões postais de Natal, apareceu riscado com a sigla de uma das facções mais poderosas do estado.
Quem olhou para o local viu as letras SDC, uma referência à organização chamada de Sindicato do Crime.
Conhecida como uma das facções mais poderosas e temidas do Rio Grande do Norte, o grupo surgiu de uma dissidência do PCC em 2013.
Dez anos depois, o SDC se tornou conhecido em todo o país após realizar ataques no estado.
Na ocasião, ônibus, prédios públicos, bases policiais e veículos foram incendiados em dezenas de cidades.
Atualmente, o grupo tem conexões com o Comando Vermelho, considerado uma das principais organizações criminosas no país.
Militares do Batalhão Ambiental apagaram o desenho, porém a mensagem que o grupo queria transmitir foi passada.
Ao fazer algo tão explícito como marcar um dos principais pontos turísticos de Natal, a facção mostrou que não tem medo do Estado.
Isso não é uma novidade, as facções controlam territórios inteiros sem serem enfrentados pelo governo, até mesmo em algumas das principais cidades no Brasil.
Apesar de muitos acreditarem que é impossível reverter esse cenário, El Salvador mostra que a realidade é diferente.
O pequeno país da América Central tinha a maior taxa de homicídios no mundo, mas conseguiu se consertar e virar o mais seguro no hemisfério ocidental.
Isso só foi possível porque o governo de Nayib Bukele criou uma das políticas de segurança pública mais rígidas do mundo.
O modelo Bukele tem sido o centro das discussões sobre segurança pública ao redor do mundo.
A Brasil Paralelo levou suas câmeras ao país para investigar o que realmente aconteceu no país para além das narrativas.
A produção é exclusiva para os assinantes da plataforma de streaming da Brasil Paralelo, porém o lançamento será marcado por uma exibição única e gratuita no Youtube.
Somente estando ao vivo na quarta-feira, dia 20 de maio, às 20h, que você conseguirá assistir de graça ao documentário.
Clique aqui para não perder.