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Presidente colombiano diz que denunciou o maior cartel do mundo durante ligação para Trump

Gustavo Petro afirmou que quase foi assassinado por descobrir a organização criminosa.

Por
Rafael Lorenzo M Barretti
Publicado em
Gustavo Petro disse que denunciou uma das maiores organizações criminosas do mundo para trump
Fonte da imagem: Congresso em Foco

Trump conversou por telefone com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, em meio a um aumento na tensão entre os dois países.

Em uma publicação feita em suas redes sociais, o presidente colombiano disse que contou a Trump sobre um esquema de tráfico de drogas durante a conversa.

Uma poderosa organização com alianças internacionais estaria levando drogas da venezuela para a Colômbia e as transportando para o resto do mundo:

Eles são o maior cartel de cocaína do mundo; antes estavam localizados em Bogotá e Boyacá. A cocaína que chegava ao estado venezuelano de Apure saía de avião de Bogotá. A cocaína que sai por Catatumbo é comprada por eles e por seus parceiros estrangeiros mexicanos e albaneses.”

Segundo Petro, essa organização contava com o apoio de autoridades americanas, cartéis de drogas colombianos e dissidentes das FARC:

Eles vivem no exterior e tinham acordos judiciais nos Estados Unidos. Colocaram a seu serviço o Clã do Golfo e Iván Mordisco.”

Por fim, ele concluiu sua mensagem dizendo que esse grupo tinha um plano para assassiná-lo, mas fracassou:

Eles quiseram me assassinar por eu tê-los descoberto; quem tentou me assassinar foi morto no Equador.”

A presença do suposto assassino no Equador não seria uma coincidência. Segundo Petro, o grupo controla o tráfico no país

Eles controlam o tráfico para o Equador e vários portos. Transportam cocaína por submarinos e navios mercantes. Treinam jovens para mergulhar e escalar grandes navios.”

Junto com a mensagem, Petro colocou o link de um vídeo que fala sobre o grupo e diz que se tradas de uma organização bilionária:

O vídeo vem acompanhado de uma legenda segundo a qual Petro falou sobre o grupo e Trump ficou “em silêncio”.

A relação entre a Colômbia e os EUA têm sido marcada por alfinetadas entre os dois presidentes, mas pioraram desde a operação americana na Venezuela.

A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", declarou Trump em sua primeira entrevista após a captura de Maduro.

O presidente americano também disse que a ideia de uma ação semelhante na Colônia “soa bem” após ser questionado por jornalistas.

Trump diz que quer encontro com Gustavo Petro

Após a conversa, o presidente americano agradeceu o tom de Petro e disse que se encontrará com ele em um futuro próximo:

Foi uma grande honra conversar com o Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que ligou para explicar a situação das drogas e outras divergências que tivemos. Apreciei a ligação e o tom da conversa, e espero encontrá-lo em um futuro próximo.” 

A publicação também anuncia que haverá um encontro entre os ministros das relações exteriores dos dois países na capital americana:

Estão sendo feitos os arranjos entre o Secretário de Estado Marco Rubio e o Ministro das Relações Exteriores da Colômbia. A reunião acontecerá na Casa Branca, em Washington, D.C.”

A relação entre os dois países têm sido marcada por alfinetadas entre os dois chefes de Estado, mas pioraram desde a operação americana na Venezuela.

A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", declarou Trump em sua primeira entrevista após a captura de Maduro.

O presidente americano também disse que a ideia de uma ação semelhante na Colônia “soa bem” após ser questionado por jornalistas.

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