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Tiroteio próximo à Casa Branca deixa dois oficiais da Guarda Nacional mortos

Trump não estava na capital durante o tiroteio, mas prometeu punição dura para o responsável.

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Casa Branca
Fonte da imagem: Octavio Guzmán/EFE

Dois membros da Guarda Nacional dos Estados Unidos foram mortos após serem baleados em um tiroteio a dois quarteirões da Casa Branca

Testemunhas relatam que ouviram uma sequência rápida de disparos e viram pessoas correndo em busca de abrigo. Logo em seguida, a polícia e equipes especiais chegaram para isolar a área. 

Edifícios próximos foram colocados em lockdown, e funcionários receberam ordem para deixar as instalações pelos fundos.

A agência federal de aviação dos EUA também suspendeu temporariamente voos para o aeroporto Ronald Reagan.

A Casa Branca foi colocada em alerta máximo, com entrada e saída temporariamente suspensas

Segundo autoridades, o suposto autor dos disparos foi detido cerca de 20 minutos depois do início do tiroteio e encaminhado a um hospital. O motivo para o ataque não foi divulgado.

Em nota, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, pediu orações pela os agentes:

"Por favor, juntem-se a mim em oração pelos dois membros da Guarda Nacional que foram baleados há instantes em Washington, D.C."

Durante o ataque, Trump estava se preparando para o feriado de Ação de Graças em Palm Beach, na Flórida. 

Após a detenção do suspeito, ele publicou nas redes sociais que o agressor havia sido ferido e prometeu punição:

O animal que atirou nos dois membros da Guarda Nacional, com ambos gravemente feridos, está também gravemente ferido e pagará um preço muito alto

Em sua mensagem, o presidente também prestou solidariedade às famílias dos militares e às forças de segurança dos EUA:

Deus abençoe nossa Grande Guarda Nacional e todo o nosso Exército e Forças de Segurança. Essas são pessoas realmente grandiosas. Eu, como Presidente dos Estados Unidos, e todos os associados ao Gabinete da Presidência, estamos com vocês!”

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