Irã e governo venezuelano acionaram a ONU contra a ação dos EUA.
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Trump anunciou que os EUA fizeram um ataque em larga escala contra a Venezuela e capturaram o ditador Nicolás Maduro.
Ele afirmou que haverão mais informações sobre a operação durante uma coletiva de imprensa no resort do presidente americano Mar-a-Lago.
A Venezuela solicitou oficialmente uma reunião no Conselho de Segurança da ONU para avaliar a situação.
O governo do país chegou a afirmar que a ação americana constitui uma "violação flagrante da Carta das Nações Unidas".
A operação causou diversas reações de líderes internacionais da América Latina e outras regiões.
A vice-presidente da Venezuela disse não saber onde o ditador está e pediu uma prova de vida.
Lula convocou uma reunião de emergência no Itamaraty juntamente com o ministério da Defesa.
Javier Milei republicou a notícia de que os EUA confirmaram a captura de Maduro e comentou “Viva a Liberdade”
Ele também divulgou um vídeo no qual condena o regime chavista em um evento no qual Lula compareceu.
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha afirmou que acompanha a situação com “grande preocupação” e afirmou estar em contato com a embaixada em Caracas.
Já o ministro da Itália disse que acompanha o que acontece na Venezuela com atenção especial e que Giorgia Meloni está sendo informada sobre os desdobramentos.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, disse que seu país “rejeita a agressão contra a soberania da Venezuela e da América Latina”.
Ele seguiu afirmando que as questões internas de um país devem ser resolvidas pelo próprio povo e anunciou um reforço na fronteira para lidar com a imigração.
Petro também publicou um vídeo de um ataque americano e falou que houveram vítimas civis do ataque:
O ditador cubano Miguel Díaz‑Canel foi outro que comentou sobre a operação, ele disse:
“Cuba denuncia e exige reação urgente da comunidade internacional contra o ataque criminoso dos EUA à Venezuela. Nossa zona de paz está sendo brutalmente atacada. Terrorismo de Estado contra o bravo povo venezuelano e contra a Nossa América.”
O governo iraniano condenou o ataque e o classificou como “violação flagrante da soberania nacional e da integridade territorial” venezuelana.
O ministro das Relações Exteriores do país também acionou o Conselho de Segurança da ONU.
O governo russo divulgou uma nota na qual criticou o que chamou de “ato de agressão” americano e se afirmou “profundamente preocupado” com a situação.
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