Candidato do Novo aparece com 1% na Quaest e enfrenta pressão de aliados para apoiar Flávio Bolsonaro ainda no primeiro turno.

Romeu Zema diz que não vai abandonar a disputa pela Presidência. A cinco dias do primeiro turno, o candidato do Novo enfrenta pressão de aliados e integrantes do próprio partido para desistir e apoiar Flávio Bolsonaro.
Zema, porém, afirma que seguirá até o fim.
“Irei até o último minuto. Tenho compromisso com o meu partido, meus apoiadores e comigo mesmo”, afirmou o candidato ao portal Plox.
Ele comparou uma eventual desistência a abandonar uma partida antes do apito final.
A pressão aumentou depois que Ricardo Salles retirou sua candidatura ao Senado por São Paulo. O deputado decidiu apoiar Guilherme Derrite e André do Prado para tentar concentrar os votos da direita.
Tarcísio de Freitas também defendeu uma união do campo político nesta reta final.
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A campanha também viu integrantes do Novo mudarem de posição. Na semana passada, Marina Helena anunciou apoio a Flávio Bolsonaro.
De acordo com a CNN, integrantes do próprio partido e políticos próximos ao governador mineiro Mateus Simões também pressionaram Zema nos últimos dias.
Ele diz encarar essas movimentações com naturalidade.
“Na política isso é extremamente comum”.
Mesmo sem aceitar uma aliança agora, Zema acredita que os candidatos de direita estarão juntos caso a eleição vá para o segundo turno.
“Tenho certeza que no segundo turno nós, da direita, estaremos todos juntos contra o PT.”
Ronaldo Caiado também descartou abandonar a disputa.
Questionado sobre um possível acordo para que ele e Zema apoiassem Flávio ainda no primeiro turno, o candidato do PSD respondeu:
“Não existe qualquer hipótese de desistência.”
Por enquanto, os dois permanecem na corrida. Zema afirma que continuará apresentando suas propostas até o último dia da campanha.
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