Plataforma custará mais de R$4,4 milhões aos cofres públicos.
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O Ministério da Cultura anunciou a criação de uma plataforma de streaming pública formada apenas por produções nacionais.
O serviço receberá o nome de Tela Brasil e ainda não está disponível, apesar de já ter entrado em fase de testes.
O lançamento da plataforma ainda não recebeu uma data oficial, mas deverá acontecer ainda no primeiro trimestre deste ano.
De acordo com o Ministério da Cultura, o projeto pretende focar em promover a “pluralidade das identidades de gênero, cultural e étnico-racial”.
O governo tem incentivado cada vez mais a presença da ideologia de gênero na cultura através dos meios oficiais.
Ano passado, o Ministério da Cultura criou o Comitê Técnico de Cultura de LGBTQIA+. O objetivo do órgão é fornecer estratégias para difundir produções LGBT.
A secretária Nacional dos Direitos da Pessoas LGBTQIA+, Symmy Larrat, disse que o Comitê poderá difundir produções que abordam esses temas.
“Interseccionalidade é uma meta muito difícil de alcançar na política pública e sem ouvir todas as vozes fica ainda mais difícil. Comitês técnicos temáticos são uma forma inteligente de promover diálogo, acesso a opiniões e diversificar a forma de fazer política, fazendo com que ela chegue a mais pessoas".
O investimento total para o desenvolvimento do streaming Tela Brasil está estimado em aproximadamente R$4,4 milhões.
O governo afirma que o serviço reunirá cerca de 500 obras audiovisuais, entre filmes, séries, documentários e animações brasileiras.
O projeto é desenvolvido pelo Ministério da Cultura em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e poderá ser acessado com o login da conta gov.br.
O catálogo ainda está em construção e contará com produções de acervos públicos a Funarte e a Fundação Cultural Palmares, além de obras licenciadas por edital.
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