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Diretor do filme sobre Bolsonaro com Jim Caviezel revela detalhes da produção

Longa estreia em 11 de setembro de 2026, semanas antes das eleições brasileiras.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
Jim Caviezel como Jair Bolsonaro
Fonte da imagem: Divulgação

O diretor do filme sobre a vida de Jair Bolsonaro afirmou que o filme foi concebido como um “thriller político tenso sobre poder, mídia e fé sob ataque”.

A declaração é de Cyrus Nowrasteh, Diretor de Dark Horse, produção estrelada por Jim Caviezel e ainda em fase final de pós-produção.

De acordo com o cineasta, o projeto não busca apenas retratar a trajetória do ex-presidente, mas explorar o ambiente de conflito em torno de sua ascensão política.

O filme narra a jornada política de Jair Bolsonaro

A história acompanha Bolsonaro desde os anos como deputado federal até a campanha presidencial de 2018, marcada pelo atentado em Juiz de Fora.

O episódio, em que o então candidato foi esfaqueado durante um comício, ocupa papel central na narrativa.

Nowrasteh afirma que o caso serviu como ponto de partida para discutir até onde estruturas políticas e institucionais podem ir para se preservar.

Segundo ele, o filme também aborda como um político pode se tornar porta-voz das tensões de uma sociedade.

A produção é baseada em uma história do deputado Mario Frias, que também atua como produtor executivo do longa. O roteiro foi desenvolvido em parceria com o diretor.

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Jim Caviezel é o ator principal do filme

A sinopse descreve Bolsonaro como um “vencedor improvável” que emerge em um cenário de polarização e enfrenta uma tentativa de assassinato que transforma sua campanha em uma disputa pela sobrevivência.

O ator Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus Cristo em A Paixão de Cristo, assume o papel principal.

Ele passou cerca de três meses no Brasil durante as filmagens, realizadas majoritariamente em São Paulo.

O elenco inclui nomes internacionais como Lynn Collins e Esai Morales, além de atores brasileiros.

Os filhos do ex-presidente também aparecem na história, interpretados por Marcus Ornellas, Sérgio Barreto e Eddie Finlay.

Adélio Bispo, autor do atentado, será retratado com nome fictício. O roteiro também inclui referências a outros supostos planos de assassinato.

O lançamento está previsto para 11 de setembro de 2026, poucas semanas antes do primeiro turno das eleições presidenciais.

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