Organização espera aproximadamente 35 mil pessoas em protesto a favor de Flávio Bolsonaro.

Centrais sindicais ligadas a partidos de esquerda e, até mesmo Érika Hilton, estão criticando o governo de São Paulo por não autorizar um ato na Av. Paulista no dia do trabalhador.
A Polícia Militar determinou que eles não poderiam usar o espaço por causa de um outro protesto marcado por apoiadores do Bolsonaro no mesmo dia.
Apesar das críticas de favoritismo feitas pelas organizações de esquerda, as autoridades afirmaram que foi respeitada a ordem cronológica dos pedidos.
"Não há distinção quanto à natureza, pauta ou representatividade dos organizadores, sendo adotados os mesmos critérios legais de segurança e de ordem cronológica do pedido para análise e organização de todos os eventos", diz a nota da PM.
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O grupo conservador chamado Patriotas do QG havia anunciado que faria um ato na avenida em 2024.
Criada por Carlos Silva, a página da organização tem cerca de 4 mil seguidores no instagram.
A expectativa do movimento é de que aproximadamente 35 mil pessoas participem do evento no dia 1º de maio.
O tema oficial da manifestação será "Flávio presidente, Bolsonaro livre e supremo é o povo".
Ano passado, as centrais sindicais e outros grupos de esquerda usaram a Paulista para defender o fim da escala 6x1.
Este ano essas organizações vão protestar no centro de São Paulo, mais especificamente na rua Roosevelt.
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