Trump prometeu ação histórica que pode acabar com o regime iraniano se o estreito de Ormuz não for aberto até a noite de hoje.

Civis iranianos estão se reunindo em frente a usinas nucleares do país para fazer correntes humanas após ameaças de Trump.
A ação tende a uma convocação feita pelo secretário do Conselho Supremo da Juventude e Adolescentes do Irã, Alireza Rahimi, em suas redes sociais e na televisão:
“Convido todos os jovens, figuras culturais e artísticas, atletas e heróis para a campanha nacional ‘Corrente Humana da Juventude Iraniana por um Amanhã Brilhante’. Amanhã, 3ª feira, às 14h, estaremos de mãos dadas ao lado de usinas elétricas em todo o país, com todas as crenças e preferências, para dizer: Atacar infraestrutura pública é um crime de guerra”.
O objetivo das correntes humanas é desencorajar ataques a alvos estratégicos conforme o fim do prazo dado pelos EUA para a abertura do estreito de Ormuz se aproxima.
Cerca de 20% de todo o petróleo do mundo passa pela região, que foi fechada pela Guarda Revolucionária iraniana após o início dos ataques.
Reabrir a passagem tem sido uma das principais preocupações de Trump, por conta do forte impacto na economia mundial.
Em uma publicação feita em sua rede social, ele disse que “uma civilização inteira morrerá nesta noite, para nunca mais ser ressuscitada”.
O presidente seguiu prometendo que fará uma ação capaz de pôr um fim no regime dos aiatolás, que comanda o país desde a Revolução Iraniana em 1979:
“Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã!”
Os EUA e Israel fizeram um ataque massivo contra o Irã e mataram o líder supremo do país no final do mês passado.
Desde então, o Oriente Médio tem vivido dias de tensão, com trocas de mísseis e bombardeios entre o regime de Teerã e as forças ocidentais.
A Brasil Paralelo investigou a fundo as origens da guerra com o especial Raio X Guerra do Irã.
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