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O Brasil perdeu a patente da polilaminina? Laboratório diz ter feito o pedido da internacional e da nacional da substância

A nota do laboratório foi publicada após a pesquisadora dizer em entrevista que a UFRJ não conseguiu pagar pela patente internacional devido aos cortes.

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Redação Brasil Paralelo
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Ao lado esquerdo prédio da Cristália. Ao lado direito a pesquisadora Tatiane Coelho de Sampaio.
Fonte da imagem: Ao lado esquerdo prédio da Cristália. Ao lado direito a pesquisadora Tatiane Coelho de Sampaio.

Tatiane Coelho, pesquisadora responsável pelo estudo com a polilaminina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirmou que a patente internacional da substância foi perdida devido aos cortes que a instituição sofreu. 

Segundo ela, a nacional foi garantida pelo pagamento das taxas que ela teve que tirar do próprio bolso. Já a internacional, se perdeu para sempre devido a falta de pagamentos:

Laboratório diz ter pedido feito da patente

O laboratório Cristália, parceiro na produção da substância utilizada nos testes clínicos, afirmou ter feito o pedido da patente nacional e internacional da substância.

Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (19), o laboratório informou que solicitou, em 2022, a patente nacional e, em 2023, a patente internacional do processo de extração, purificação e polimerização da polilaminina.

Segundo o Cristália, as patentes têm validade de 20 anos, com vencimento previsto para 2042 (nacional) e 2043 (internacional). 

A empresa afirma ainda que o produto utilizado atualmente nos testes clínicos de fase 1 é produzido em suas plantas de biotecnologia.

O laboratório também destacou que o fornecimento da polilaminina para uso compassivo é gratuito, realizado exclusivamente por equipe médica treinada e alertou que qualquer tentativa de comercialização da substância é ilegal.

O que diz a UFRJ?

Até o momento da publicação desta matéria, a Universidade Federal do Rio de Janeiro não se manifestou sobre o caso.

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