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Brasil enfrenta o maior número de focos de incêndio desde 2010

Brasil atinge mais alta taxa de focos de incêndio em 14 anos

Por
Redação Brasil Paralelo
Publicado em
Focos de incêndios identificados pela NASA em 24 de agosto.
Fonte da imagem: Nasa

O mês de agosto presenciou uma quantidade histórica de focos de incêndio no Brasil. Foram registradas 68.635 ocorrências em todo o território nacional.

O número apresenta o pior cenário para o mês desde 2010, quando foram registrados aproximadamente 91 mil focos. 

O cenário continua crítico. Setembro já teve mais de 53 mil focos de incêndio registrados, e o número segue crescendo.

Segundo o BDQueimadas, o Brasil é o país com mais focos da América do Sul, representando aproximadamente 77% do total no subcontinente.

Os estados mais afetados

  • Pará (28,9% dos focos);
  • Mato Grosso (13,7% dos focos);
  • Minas Gerais (12,1% dos focos);
  • Tocantins (10,5% dos focos);
  • Maranhão (10,2% dos focos);
  • Piauí (7,1% dos focos);
  • Amazonas (6,6% dos focos);
  • Bahia (3% dos focos);
  • Goiás (2,5% dos focos) e
  • Acre (1,2% dos focos).

Os biomas que mais sofrem com os incêndios, na ordem do mais afetado para o menos são:

  • Amazônia; 
  • Cerrado; 
  • Mata Atlântica; 
  • Pantanal;
  • Caatinga e
  • Pampa.

O Centro de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden) informou que a última semana foi a mais seca dos últimos 44 anos.

Esse cenário tem favorecido a propagação dos incêndios e dificultado o processo de controle das chamas.

O fogo já levou 531 prefeituras a declarar estado de emergência. Algumas estimativas apontam que ao menos 10 milhões de pessoas têm sido afetadas pelas queimadas.

A Brasil Paralelo já estudou a fundo a questão das queimadas no país.

Assista ao documentário original “Cortina de Fumaça”.

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