Nota emitida pelo governo Trump diz que representação fortalece contato direto com o que restou do chavismo.

Em 2019, os EUA fecharam a embaixada na Venezuela, naquele ano o governo Trump deixou de reconhecer Maduro e passou a apoiar Juan Guaidó.
Agora, sete anos depois, Washington anunciou a reabertura oficial da embaixada em Caracas.
Em nota, o Departamento de Estado afirmou que a medida marca “um novo capítulo” na presença diplomática dos Estados Unidos no país.
Segundo o comunicado, as operações estão sendo retomadas com o envio de funcionários de volta à capital venezuelana.
A previsão é de que serviços como emissão de passaportes e relações institucionais gradualmente voltem a ser feitos no país.
A decisão é parte do processo de reaproximação entre EUA e os setores do chavismo que aceitaram os interesses de Trump:
“A retomada das operações na Embaixada dos EUA em Caracas é um marco fundamental na implementação do plano de três fases do presidente para a Venezuela e fortalecerá nossa capacidade de interagir diretamente com o governo interino da Venezuela, a sociedade civil e o setor privado”, afirmou a nota
Em comunicado, a representação diplomática descreveu o momento como o início de “uma nova era” nas relações bilaterais.
Esse processo começou com a queda de Nicolás Maduro após uma operação cinematográfica que acabou na prisão do ditador e sua esposa nos EUA.
Os dois estão sendo processados pela justiça de Nova Iorque e estão presos no Metropolitan Detention Center.
Conheça melhor a história de Nicolás Maduro com o episódio especial de Face Oculta. Assista completo abaixo: