Atualidades5 min de leitura

Papa Leão XIV recebe delegação especial de Israel para falar sobre o Holocausto

Criado em 1953, o Yad Vashem reúne arquivos, museus e a única escola especializada em Holocausto do mundo.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
Leão XIV
Fonte da imagem: Vatican Media

O Papa Leão XIV recebeu no Vaticano uma delegação do Yad Vashem, o maior memorial do Holocausto do mundo.

Localizado em Jerusalém, o Yad Vashem foi criado em 1953 com a missão de garantir que o assassinato dos judeus pelos nazistas não seja esquecido.

Suas instalações são majoritariamente subterrâneas e reúnem museus, centros de pesquisa e monumentos. Aberto ao público, o local recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano.

Uma estrutura toda voltada à memória do Holocaustor

O trabalho do memorial se organiza em quatro frentes. A primeira é a coleta de documentação, com arquivos multimídia e a biblioteca mais abrangente do mundo sobre o Holocausto.

A segunda é a pesquisa, conduzida pelo Instituto Internacional para a Pesquisa do Holocausto, que publica uma revista semestral e livros acadêmicos.

A terceira é a educação, por meio da Escola Internacional de Estudos do Holocausto, considerada a única do gênero no mundo. A quarta e principal é o Museu de História do Holocausto.

O Vaticano ainda não se pronunciou sobre o conteúdo do encontro.

Um papa que viveu o regime do holocausto e venceu

O nazismo matou 6 milhões de judeus. O comunismo soviético matou dezenas de milhões. Um papa viveu as duas realidades de perto.

Nascido na Polônia em 1920, ele viu o nazismo ocupar seu país e sobreviveu. Depois veio o comunismo e ele voltou a resistir, desta vez como papa.

Pregou na Polônia sob regime ateu, inspirou movimentos de resistência, enfrentou as principais forças da época e sobreviveu a um atentado. O símbolo de sua vitória sobre isso foi a queda do Muro de Berlim.

A Brasil Paralelo documentou como um homem armado apenas com a fé enfrentou os dois regimes mais brutais do século XX e venceu.

Clique aqui e assista a O Papa que Venceu o Comunismo.

O jornalismo da Brasil Paralelo existe graças aos nossos membros

Como um veículo independente, não aceitamos dinheiro público. O que financia nossa estrutura são as assinaturas de cada pessoa que acredita em nossa causa. 

Quanto mais pessoas tivermos conosco nesta missão, mais longe iremos. Por isso, agradecemos o apoio de todos. 

Seja também um membro da Brasil Paralelo e nos ajude a expandir nosso jornalismo. 

Clique aqui.