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Filhos únicos tem 42% mais chance de desenvolver depressão, constata pesquisa

Um estudo divulgado nos Estados Unidos revelou ainda que 48% dos primogênitos são mais propensos a desenvolver o mesmo transtorno.

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Redação Brasil Paralelo
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Fonte da imagem: Freepick

Crianças que nascem primeiro ou são filhas únicas têm mais possibilidades de ficarem ansiosas ou entrar em depressão.

A informação foi divulgada pelo Instituto Epic Research, que realizou uma pesquisa com crianças na faixa etária dos 8 anos. 

Entre 2009 e 2016, os cientistas entrevistaram 182.500 crianças nos Estados Unidos. De acordo com o relatório, ser o primogênito ou não ter irmãos aumenta as chances de desenvolver o transtorno. 

O levantamento descobriu que os filhos mais velhos têm: 

  • 48% maior risco desenvolver de ansiedade • 
  • 35% maior probabilidade entrar em depressão
Filhos mais velhos têm 48% mais chances de desenvolverem transtorno de ansiedade do que os que têm irmãos mais velhos. Crianças sem irmãos enfrentam um risco 42% maior de apresentar essa condição em comparação com aquelas que têm irmãos. Fonte: Instituto Epic Research

Entre os filhos únicos, constatou-se que:

  • 42% têm maior risco de se tornarem ansiosos;
  • 38% podem adquirir algum tipo de depressão; 
Filhos mais velhos têm 48% mais chances de desenvolverem depressão do que os que têm irmãos mais velhos. Crianças sem irmãos enfrentam um risco 42% maior de apresentar o mesmo transtorno em comparação com aquelas que têm irmãos. Fonte: Instituto Epic Research

O levantamento também separou os entrevistados por idade, etnia, classe social, e históricos maternos. Nascidos de forma prematura também foram catalogados. 

O levantamento do Epic Research revela a maior propensão para desenvolver ansiedade e depressão entre filhos únicos e primogênitos. 

Com esses dados em mãos, pais, professores e médicos podem criar estratégias para apoiar filhos únicos e primogênitos nos desafios em busca de um melhor bem-estar emocional.