Investigação descobriu milhares de arquivos e ao menos 145 suspeitos ao redor do mundo.
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No final do ano passado, quatro homens foram presos em Sydney, na Austrália, por integrar uma rede internacional de pedofilia ritualística e satânica.
Agora, as autoridades estão descobrindo que o esquema envolvia centenas de pessoas ao redor do mundo.
Os suspeitos foram detidos após uma série de operações de uma força-tarefa criada para investigar a material de abuso sexual infantil.
O grupo usava um site e plataformas criptografadas para compartilhar e distribuir material de abuso.
As investigações apontam que os integrantes trocavam arquivos, mantinham conversas e discutiam preferências, sempre em meio a símbolos, linguagem e referências ocultistas.
A polícia apreendeu milhares de arquivos, incluindo vídeos de violência sexual contra crianças, bebês e animais.
“Em quase 20 anos atuando como magistrado, não li muitos casos piores do que este”, disse a juíza Viney, responsável pelo caso.
Com o avanço das investigações, a polícia australiana confirmou que o caso é muito maior do que se imaginava.
As autoridades já identificaram 145 suspeitos em outros países e o caso está sendo investigado pela polícia de países como:
Além de autoridades de países espalhados em outros continentes, como Europa, América do Sul e Sudeste Asiático.
A polícia da Nova Zelândia confirmou que está trabalhando em conjunto com Nova Gales do Sul, oferecendo apoio à investigação conforme solicitado.
Segundo o inspetor Stuart Mills, as autoridades neozelandesas acompanham o caso, embora não tenham divulgado mais detalhes.
Todos os homens presos na Austrália tiveram fiança negada e seguem detidos, aguardando novas audiências judiciais.
As autoridades continuam analisando milhares de arquivos digitais, na tentativa de identificar vítimas e outros integrantes da rede.
A comandante da divisão de crimes sexuais da polícia de Nova Gales do Sul, Jayne Doherty, disse que as investigações estão analisando as crianças com quem eles tiveram contato.
“Devido à natureza do material que eles compartilhavam e às conversas das quais tomamos conhecimento, ficamos preocupados com qualquer criança que essas pessoas pudessem ter contato”.
A superintendente ressaltou que, até o momento, não há indícios de que os presos tenham produzido o material, mas confirmou que as imagens são reais.
“Não identificamos uma criança específica ainda, mas as imagens são de crianças reais.”
Segundo ela, o caso tem sido ainda mais macabro por causa de seu caráter ritualístico satânico:
“A polícia vai alegar em juízo que esse grupo internacional mantinha conversas e compartilhava material que retratava abuso e tortura de crianças, envolvendo símbolos e rituais ligados ao satanismo e ao ocultismo.”
Ao longo das últimas semanas, um dos principais temas discutidos na internet tem sido a divulgação de documentos envolvendo o caso Epstein.
Entre os 3,5 milhões de arquivo liberados, há uma denúncia que chama atenção por falar sobre um ritual que teria incluído canibalismo e assassinato de bebês.
A vítima relata que viu bebês serem desmembrados e terem seus intestinos removidos. As pessoas envolvidas comeram as fezes que haviam dentro dos intestinos.
“No iate, ele testemunhou bebês sendo desmembrados, suas entranhas removidas, e indivíduos comendo as fezes dessas entranhas.”
O delator teria sido levado para o FBI por Michael Moore, jornalista acusado de ser conspiracionista e investigado por violação de direitos autorais.
O mesmo documento segue afirmando que a suposta vítima tem histórico de uso de drogas e abuso sexual, além de afirmar que as memórias estiveram reprmidas até passar por terapia em 2016.
Clique aqui para acessar o documento original completo.
É importante destacar que o Departamento de Justiça liberou todos os documentos em posse do FBI, podendo incluir informações falsas ou exageradas:
"Esta produção pode incluir imagens, documentos ou vídeos falsos ou submetidos falsamente, uma vez que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na produção que atende à Lei."
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