E-mail mostra que ele também conversou sobre tirar cidadania brasileira.
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Uma nova revelação mostra que Jeffrey Epstein estava mais ligado ao Brasil do que se imaginava.
Documentos confirmam que o milionário preso por abuso sexual e morto na prisão em 2019 tem um CPF brasileiro que ainda está ativo.
Entre os 3,5 milhões de arquivos liberados pelo departamento de Justiça americano aparece uma menção sobre um “CPF brasileiro”.
Clique aqui para ver o documento.
Dentro do site da Receita Federal é possível verificar que o documento não só existe, como segue ativo e está regular:

A Receita Federal permite que estrangeiros não residentes solicitem o CPF caso possuam bens no Brasil, como imóveis e contas bancárias, ou mesmo de forma voluntária.
Até o momento, o órgão não comentou especificamente o caso de Epstein ou o motivo de o documento permanecer ativo após o falecimento do titular.
A palavra Brasil foi mencionada mais de 3 mil vezes entre os documentos ligados ao caso Epstein.
Em um e-mail com a empresária alemã Nicole Junkermann, ela chegou a sugerir que ele tirasse cidadania brasileira:
“O que você acha de tirar a cidadania brasileira?”, perguntou.
Epstein respondeu dizendo que se naturalizar no país poderia dificultar o processo para conseguir vistos para viajar a outros países:
"Ideia interessante, no entanto, os vistos poderiam ser um problema ao viajar para outros países. Te ligo por volta das 4h15, nos encontramos no Ritz mais tarde?"
Clique aqui para acessar o documento completo.
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