A Inteligência de Moscou está ajudando o país do Oriente Médio a acertar alvos estratégicos.

Um drone iraniano atingiu uma instalação americana no Kuwait no domingo, matando seis soldados. A CIA em Riad, na Arábia Saudita, também foi atacada nos últimos dias.
O Irã não fez esses ataques sozinho, mas contou com a ajuda da inteligência russa para encontrar alvos estratégicos, é o que disse uma matéria do Washington Post.
A Rússia tem usado seus satélites de inteligência militar para alimentar seu aliado persa com informações estratégicas sobre as movimentações americanas na região.
Com as imagens russas, isso mudou e as forças do regime islâmico passaram a acertar centros de comando e infraestrutura militar americana espalhada pelo Oriente Médio com muito mais precisão.
Nicole Grajewski, que estudou a parceria russo-iraniana na Harvard Kennedy School’s Belfer Center, contou ao jornal que os ataques iranianos se tornaram mais sofisticados desde a guerra dos 12 dias do ano passado.
Um oficial que está interado no assunto disse ao Washington Post que isso seria uma forma de retaliar a ajuda americana à Ucrânia:
“Os russos estão mais do que cientes da assistência que estamos dando aos ucranianos… Acho que eles ficaram muito satisfeitos em tentar dar o troco.”
Essa semana, o presidente ucraniano postou uma mensagem na qual falou que Trump pediu sua ajuda na guerra contra o Irã.
O exército ucraniano é um dos mais capacitados para conter ataques de drones no mundo inteiro, muito por causa da experiência adquirida na guerra contra a Rússia.
Zelensky respondeu dizendo que mandaria especialistas em drones e equipamentos para o combate com drones:
“Dei instruções para fornecer os meios necessários e garantir a presença de especialistas ucranianos que possam assegurar a segurança requerida”.
A Brasil Paralelo está preparando um Raixo X Guerra do Irã, para que você possa entender o assunto para além das manchetes superficiais da mídia ocidental