Presidente americano tem dito que o fim da ditadura cubana está cada vez mais próximo.

Cubanos foram às ruas de Havana com tochas e bandeiras vermelhas para a “Marcha das Tochas”, evento organizado pelo governo socialista todos os anos em homenagem a José Martí.
Considerado o principal herói cubano, o poeta e revolucionário lutou pela independência de Cuba da Espanha ao longo da segunda metade do século XIX.
O ato começou na escadaria da Universidade de Havana e seguiu por cerca de um quilômetro até a Fragua Martiana, monumento dedicado a Martí.
A caminhada foi liderada pelo ditador cubano, Miguel Díaz-Canel, e foi acompanhada por autoridades e estudantes.
Este ano, o evento foi marcado por uma forte retórica contra Trump e os EUA. Em publicações nas redes sociais, o chanceler cubano Bruno Rodríguez disse que a manifestação foi uma resposta às falas do presidente americano:
“Em resposta coincidente aos vaticínios de “queda” emitidos pelo presidente Trump a partir de Iowa, milhares de cubanos, liderados por jovens, marcham nesta noite com tochas pelas ruas de Havana, homenageando José Martí e, com ele, sua firme e inquebrantável posição antimperialista.”
Desde a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, Trump tem feito comentários sobre a possibilidade do regime cubano cair.
Durante uma viagem para o estado de Iowa, o presidente americano chegou a falar que os dias do regime estão contados.
Ele destacou que Cuba recebia muito dinheiro da ditadura venezuelana, o que acabou desde a queda de maduro:
"Cuba é um país que está muito perto de cair. Sabe, eles recebiam dinheiro da Venezuela. Eles recebiam petróleo da Venezuela. Eles não recebem mais isso."
Essa não é a primeira vez que Trump fala da possibilidade da ditadura socialista ser derrubada.
Cuba vive sob o pulso de ferro do Partido Comunista desde 1961, quando Fidel Castro mudou os rumos da revolução e se aproximou da URSS.
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