Ministra afirmou que esses grupos devem funcionar como a Patrulha Maria da Penha.

Durante uma aula magna na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Cármen Lúcia defendeu a criação de “brigadas eleitorais” voltadas à proteção de candidatas.
Segundo ela, a medida pode ser um caminho para combater a violência enfrentada por mulheres durante o período eleitoral.
“Que nós criemos também brigadas eleitorais para mulheres candidatas, porque, se a gente não criar, teremos cada vez mais violência sendo praticada. Estou propondo até pela minha experiência como presidente do TSE nas eleições de 2024”.
Cármen Lúcia chefiou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as últimas eleições municipais.
Este ano o comando da Corte será assumido pelo ministro Kassio Nunes Marques, e terá como vice o ministro André Mendonça.
A ministra comentou que essa força deve ter um comportamento semelhante ao da Patrulha Maria da Penha, que oferece respostas rápidas a casos de violência doméstica.:
“Que a gente comece criando, como temos a brigada Maria da Penha, que é acionada imediatamente para evitar um pior desfecho”.
Essas brigadas atuam no monitoramento de medidas protetivas e no atendimento imediato a mulheres em situação de risco.