A tática já havia sido usada na megaoperação do Alemão e da Penha em 2025.

Drones lançando bombas e explosões não são mais uma realidade distante e exclusiva das guerras no Oriente Médio ou na Ucrânia. Esses artefatos estão sendo usados em solo brasileiro.
Um desses objetos atingiu, na noite do último domingo (29), moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro que foram surpreendidos com um estrondo.
Durante um conflito entre facções, criminosos alvejaram policiais do 18º BPM que atuavam no local. O artefato não atingiu os agentes. Caiu sobre uma casa.
A família não se feriu. Segundo a Polícia Militar, os agentes reagiram e mantiveram o controle da situação. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Em outubro de 2025, durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, traficantes já haviam usado drones armados contra equipes da Core e do Bope, em uma das maiores ações de segurança já realizadas no estado.
A tecnologia vem sendo desenvolvida pelas facções cariocas há pelo menos um ano.
Drones comerciais do tipo FPV são vendidos livremente na internet por entre R$3 mil e R$10 mil. Criminosos os adaptaram para carregar granadas de mão, que pesam até meio quilo.
Drones lançando bombas e explosões não são mais uma realidade distante e exclusiva das guerras no Oriente Médio ou na Ucrânia. Esses artefatos estão sendo usados em solo brasileiro.
Um desses objetos atingiu, na noite do último domingo (29), moradores da Zona Oeste do Rio de Janeiro que foram surpreendidos com um estrondo.
Durante um conflito entre facções, criminosos alvejaram policiais do 18º BPM que atuavam no local. O artefato não atingiu os agentes. Caiu sobre uma casa.
A família não se feriu. Segundo a Polícia Militar, os agentes reagiram e mantiveram o controle da situação. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Em outubro de 2025, durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, traficantes já haviam usado drones armados contra equipes da Core e do Bope, em uma das maiores ações de segurança já realizadas no estado.
A tecnologia vem sendo desenvolvida pelas facções cariocas há pelo menos um ano.
Drones comerciais do tipo FPV são vendidos livremente na internet por entre R$3 mil e R$10 mil. Criminosos os adaptaram para carregar granadas de mão, que pesam até meio quilo.
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