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Gisele Bündchen revela por que deixou a dieta vegana

"Aprendi a ouvir meu corpo e fazer o que é melhor para ele", revelou após médico sugerir a reintrodução de proteína animal.

Por
Gabriel Costa
Publicado em
Gisele Bündchen
Fonte da imagem: Reprodução/Instagram

Por anos, Gisele Bündchen tentou diferentes abordagens, suplementação e acompanhamento médico especializado. Mesmo assim, seus exames de sangue não chegavam ao nível ideal. O corpo continuava dando sinais.

Em seu novo livro, “Nutrir: Receitas Simples para Corpo e Alma”, a modelo brasileira revela os bastidores de sua relação com o veganismo e explica por que decidiu abandonar a dieta baseada exclusivamente em plantas.

Um dos primeiros sinais foi digestivo

Para garantir a quantidade adequada de proteínas sem consumir carne, Gisele intensificou o consumo de grãos como o feijão.

O resultado foi uma sensação constante de inchaço e desconforto abdominal que não desaparecia.

O problema mais persistente, porém, foi a anemia.

Mesmo seguindo dietas rigorosamente planejadas por especialistas e usando suplementação, seus níveis de ferro não se estabilizavam.

Foi um médico quem sugeriu a solução: reintroduzir proteína animal no cardápio.

"Aprendi a ouvir meu corpo e fazer o que é melhor para ele", escreveu a modelo na obra.

Hoje, Gisele não segue nenhum rótulo alimentar rígido. Sua dieta é composta por 80% de alimentos vegetais e 20% de proteínas de origem animal.

No livro, ela defende que a alimentação ideal é aquela que sustenta o bem-estar real de cada pessoa, não aquela que obedece a uma ideologia alimentar.

Os mitos da nutrição moderna

A experiência de Gisele com o feijão e os grãos que a deixavam inchada não é um caso isolado.

Para o médico Alexandre Duarte, a pirâmide alimentar criada nos anos 1990, que colocou grãos na base da dieta humana, pode ter sido construída sobre interesses econômicos, não sobre ciência.

No Conversa Paralela, Duarte vai fundo na biologia do Homo sapiens como um "super carnívoro", explica por que os antinutrientes presentes nos vegetais podem fazer mal ao organismo e desmistifica a demonização da gordura saturada.

Também aborda como a frequência das refeições modernas e o desrespeito ao ciclo circadiano podem estar sabotando a longevidade.

Assista ao episódio completo no canal da Brasil Paralelo.

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