A defesa afirma que a fala foi genérica, baseada na Bíblia, e nega ofensa direcionada a alguém.

O pastor Moisés Neri dos Santos, conhecido nas redes sociais como pastor Moisés, passou a ser investigado por suspeita de injúria com conotação homofóbica após um episódio ocorrido dentro do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, na Bahia.
Segundo a Polícia Civil, um jovem de 20 anos relatou ter se sentido ofendido durante uma pregação realizada pelo pastor na unidade de saúde.
De acordo com o depoimento, o religioso teria afirmado que “a homossexualidade seria abominável aos olhos de Deus”, o que, segundo o jovem, motivou o registro da ocorrência.
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A 1ª Delegacia Territorial do município instaurou um inquérito para apurar o caso.
A vítima, uma testemunha e o pastor foram ouvidos e liberados após prestarem esclarecimentos. O caso segue em investigação.
A defesa do pastor nega a prática de qualquer crime. Segundo o advogado, Moisés Neri não direcionou ofensas a nenhuma pessoa específica e eventuais declarações teriam sido feitas de forma genérica, com base em ensinamentos bíblicos.
Após a conclusão do inquérito, o caso poderá ser encaminhado ao Judiciário, que vai avaliar se houve crime ou se a fala se enquadra no exercício da liberdade religiosa.
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